Resenha RR: confira o petardo sonoro da Meggie Townsend

Divulgação/Região Rock
By Cláudio Costa
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Dizem que os cachorros sem raça definida, ou popularmente conhecidos como vira latas, são os melhores cães. No caso da Meggie Townsend, banda de Campo Alegre/São Bento do Sul, cidades localizadas no Planalto Norte de Santa Catarina, ela pode ser a melhor amiga do seu ouvido, principalmente se você curte uma boa combinação de sonoridades. O quinteto preparou um disco com oito faixas, gravado pela Panga Records. Um verdadeiro petardo, que explode em mil pedaços o seu aparelho auditivo.

A sonoridade da Meggie Townsend tem como frentes principais o rock’n roll dos anos 70 e pegadas do heavy metal. Mas tem espaço para a psicodelia e para algumas experimentações. O resultado é um stoner com toques bem peculiares. A proposta fica bem clara em “Eat My Car”, faixa que abre o disco e que tem toques pinkfloydianos.

Os destaques do disco vão para as músicas “Fake Blondie Beach”, “Chicken” – que ganharam vídeos de divulgação bem interessantes – “Talayamemawue” – uma verdadeira sarrafada de riffs com o peso do overdrive – e Great Times – que começa com muito peso tem nuances progressivas e deslancha como uma tsunami (guturais estão inclusos). Cinco faixas podem ser conferidas clicando aqui.

Se você quer conhecer a Meggie Townsend de perto, o quinteto é uma das atrações da terceira edição do Bananeira Noise Fest, que rola no dia 11 de outubro, no Curupira Rock Club – em Guaramirim. Marque presença no evento no Facebook!